O documentarista Michael Moore critica o sistema norte-americano de convênios médicos particulares por meio de histórias e estatísticas, como de cidadãos que tiveram tratamentos médicos negados ou foram forçados a declarar falência para poder pagar por eles. O documentário também faz comparações com o sistema de saúde de outros países.
Com belas locações na Bélgica e num amplo estúdio em Luxemburgo, esta aventura familiar promete ser uma ótima pedida para o período de férias. George (James Purefoy, de Coração de Cavaleiro) está voltando para casa, vindo de sangrentas batalhas na Palestina, e atravessa por isto uma Europa medieval completamente transformada pelas Cruzadas. Durante o percurso, ele ouve falar de um paradisíaco reino ao norte da Inglaterra e decide então mudar seu destino. Ao lá chegar, encontra apenas terras devastadas. A princesa Lunna (Piper Perabo, de Doze É Demais), filha do rei Edgar (Simon Callow, de Terra de Ninguém), por exemplo, desapareceu sem deixar qualquer vestígio. A viagem de George transforma-se assim numa missão de resgate repleta de magia e mistério. No ótimo elenco, nomes como Patrick Swayze (Dirty Dancing), Michael Clarke Duncan (À Espera de um Milagre) e Joan Plowright (A Casa Caiu).
Adaptação do livro escrito por Lauren Weisberger, que conta a história de Andrea Sachs (Anne Hathaway). Ela é uma jovem que acabou de sair da faculdade e conseguiu emprego como assistente de uma poderosa editora chamada Miranda Priestly (Meryl Streep), da revista ”Runaway”. Mas mal sabe a garota que Priestly é um terror: seu poder vai além da capacidade de levantar ou principalmente destruir a carreira de muita gente em Nova York.
Uma historiadora de arte é convocada pela CIA para ajudar a recuperar a Espada de Marte, que pertenceu ao grande Atila, O Huno. A espada, forjada nas chamas do inferno, dá poderes ilimitados a quem a possui e é guardada por Cerberus, o cão de três cabeças encarregado de tomar conta da porta do inferno. Quando um perigoso terrorista rouba a espada, ele liberta Cerberus para transformar o planeta num ardente inferno. Mesmo que custe a vida da raça humana. Um thriller com efeitos especiais de última geração, muita ação e aventura.
Douglas Whooly, um garoto de nove anos, decide que nesse Halloween ele se vestira com a fantasia do personagem de seu game favorito. Durante a brincadeira, ele se depara com um psicopata mascarado, que o transforma em seu “pequeno ajudante”. Os dois começam um diabólico alvoroço na pequena comunidade de Bell Island. Apenas tempos depois é que Dougie percebe que tudo aquilo é real, e que seu novo “mestre” é um assassino que agora persegue sua própria família.
Decidido a se vingar do Reino de Ismir, o mago Damodar rouba o poderoso Orbe Negro adquirindo forças para acordar e controlar o maligno e onipotente Dragão Negro. Para impedir seus planos e salvar o Reino de Ismir de sua fatal destruição é enviado Berek, um honrado guerreiro que conta com a ajuda de quatro aventureiros representantes de diferentes virtudes – Inteligência, Sabedoria, Honra e Força. Juntos contra o crescente exército de criaturas de Damodar eles partem numa missão a fim de recuperar o Orbe e impedir que Damodar destrua o reino acordando o destemido Dragão.
Tudo o que ele queria era desaparecer. Em vez disso, Jason Bourne é agora perseguido por aqueles que fizeram dele o que ele é. Tendo perdido sua memória e a única pessoa que amava, nem uma rajada de balas, nem uma nova geração de matadores altamente treinados conseguem detê-lo. Bourne tem somente um objetivo: voltar para o início e descobrir quem ele era. Neste último capítulo da série de espionagem, Bourne irá investigar seu próprio passado para poder encontrar o futuro. Ele viajará de Moscou, Paris e Londres para Tanger e para a Cidade de Nova York, enquanto continua sua busca pelo verdadeiro Jason Bourne — e tenta o tempo todo superar as manobras de dezenas de policiais, agentes federais e agentes da Interpol que o têm em sua mira.
Documentário falso no qual Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen), um jornalista do Cazaquistão, faz uma viagem de intercâmbio cultural aos Estados Unidos & América, onde ele espera aprender lições valiosas para aplicar em sua gloriosa nação.
Oitenta e cinco vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 quilômetros em maratonas. Oitenta vezes ele não só empurrou seu filho os 42 quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 quilômetros com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta — tudo isso em um mesmo dia.Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito — exceto salvar sua vida.Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.
– Ele irá vegetar pelo resto da vida — disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. — Vocês devem interná-lo em uma instituição.
Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.
– Jeito nenhum — disseram a Dick — Seu cérebro não tem atividade alguma.
– Conte uma piada para ele — Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.
Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? “Go Bruins!”, o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.
Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: “Papai, quero participar”.
Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um “leitão”, que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim ele tentou.
– Daquela vez eu fui o inválido — lembra Dick — Fiquei com dores durante duas semanas.
Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:
– Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979.
– Impossível! — disse um dos organizadores da corrida.
Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 1983 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.
Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade rebocar seu filho de 50 quilos em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.
Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive quatro cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?
– De jeito nenhum — ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.
Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e 40 minutos em 1992, apenas 35 minutos mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.
– Não há dúvida — digita Dick — Meu pai é o Pai do Século.
E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.
Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.
No próximo Dia dos Pais Rick irá pagar um jantar para seu pai, mas o que ele deseja mesmo poder fazer é um presente que ninguém poderia comprar.
– Eu gostaria — digita Rick — de um dia poder empurrar meu pai na cadeira pelo menos uma vez.
O texto original foi publicado em inglês na Sports Illustrated e é de autoria de Rick Reilly.
Lisbela está noiva e de casamento marcado, quando Leléu chega à cidade. O casal se encanta e passa a viver uma história cheia de personagens tirados do cenário nordestino: Inaura, uma mulher casada e sedutora que tenta atrair o herói; um marido valentão e “matador”, Frederico Evandro, um pai severo e chefe de polícia, Tenente Guedes, um pernambucano com sotaque carioca, Douglas, visto sob o prisma do humor regional; e um “cabo de destacamento”, Cabo Citonho, que é suficientemente astuto para satisfazer os seus apetites.
Ao retornar do enterro de um colega de repartição, Lineu (Marco Nanini) se sente mal e vai ao médico, de onde sai com a certeza quase absoluta de que morrerá em breve. Deprimido, ele esconde a situação da família e desiste de ir ao tradicional baile onde começou a namorar Nenê (Marieta Severo). Sem entender o que está acontecendo, Nenê decide provocar o marido e convida um ex-namorado, Carlinhos (Paulo Betti), para o baile. A chegada de Carlinhos atiça Agostinho (Pedro Cardoso) e Tuco (Lúcio Mauro Filho), que buscam algum meio de aproveitar dele, além de atrair a atenção de Marilda (Andréa Beltrão), que deseja conquistá-lo. A situação piora ainda mais quando Mendonça (Tonico Pereira), colega de trabalho de Lineu, tenta melhorar seu ânimo ao tentar envolvê-lo com uma nova funcionária, Marina (Dira Paes).
Vani (Fernanda Torres) e Rui (Luiz Fernando Guimarães) estão prestes a se casar. Ela com Sérgio (Evandro Mesquita), ele com Martha (Marisa Orth). Ambas as cerimônias estão marcadas para a mesma sacristia, sendo uma às 18 hs e outro às 20 hs. É lá que Vani e Rui se conhecem, quando ela lhe pede um pouco de arroz para comemorar o casamento que está para ocorrer.
Edward Carnby (Christian Slater) é um detetive particular que investiga casos sobrenaturais. Após a morte súbita de um amigo, ele começa a procurar explicações para o caso, mas a medida que se aproxima da verdade, Edward põe em risco a própria vida.
Ninguém sabe o que acontece quando os humanos não estão de olho nos animais. Nesta fazenda, quando o fazendeiro não está, seus animais brincam, cantam e dançam. No entanto, eventualmente, um animal chega para mudar a dinâmica dentro da fazenda. E as responsabilidades, nesta, acabam caindo nas mãos do bezerro Otis.