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Onde a ilusão começa a tomar forma!

Arquivo da categoria ‘Arquivos’

Texto sobre vários assuntos!

A volta dos que não foram

Publicado por Illusion em Março 27, 2008

Depois de um tempo sem nenhuma atualização (falta de tempo), uma sessão especial de filmes pra vocês!

Escolha o que mais agradar e enjoy! XD

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Sr. Raiva & Sra. Calma

Publicado por Illusion em Janeiro 6, 2008

Se você observar as imagens abaixo sentado na distância normal do monitor, o Sr. Raiva está à esquerda e a Sra. Calma está à direita.
Agora, levante-se do seu lugar e mova-se para trás uns 2 metros e verá que eles trocam de lugar!!!

Este desenho deve ter sido criado por Phillippe G. Schyns e Aude Oliva da Universidade de Glasgow.

Isto prova que nós talvez não estejamos vendo “o que realmente existe num determinado lugar, o tempo todo.

PENSE NISSO

Sr. Raiva & Sra. Calma

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Vencedor do concurso do YouTube Project:Direct

Publicado por Illusion em Dezembro 5, 2007

O curta-metragem brasileiro “Laços (Ties)”, dirigido por Flávia Lacerda, venceu o concurso Project Direct, promovido pelo YouTube. A produção, escolhida em votação aberta dentre 20 finalistas, será exibida no Sundance Festival, realizado nos Estados Unidos, no próximo mês de janeiro.

Participaram do concurso, iniciado em outubro deste ano, produções de Estados Unidos, Brasil, Canadá, França, Itália, Espanha e Reino Unido.

 

1º Lugar – Laços(Ties)

 

2º Lugar – Gone in a Flash

 

3º Lugar – my name is lisa

 

Video anunciando os vencedores

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O pai mais forte do mundo

Publicado por Illusion em Novembro 22, 2007

Oitenta e cinco vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 quilômetros em maratonas. Oitenta vezes ele não só empurrou seu filho os 42 quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 quilômetros com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta — tudo isso em um mesmo dia.Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito — exceto salvar sua vida.Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.

– Ele irá vegetar pelo resto da vida — disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. — Vocês devem interná-lo em uma instituição.

Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.

– Jeito nenhum — disseram a Dick — Seu cérebro não tem atividade alguma.

– Conte uma piada para ele — Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.

Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? “Go Bruins!”, o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.

Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: “Papai, quero participar”.

Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um “leitão”, que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim ele tentou.

– Daquela vez eu fui o inválido — lembra Dick — Fiquei com dores durante duas semanas.

Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:

– Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.

O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979.

– Impossível! — disse um dos organizadores da corrida.

Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 1983 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.

Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade rebocar seu filho de 50 quilos em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.

Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive quatro cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?

– De jeito nenhum — ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.

Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e 40 minutos em 1992, apenas 35 minutos mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.

– Não há dúvida — digita Dick — Meu pai é o Pai do Século.

E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.

Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.

No próximo Dia dos Pais Rick irá pagar um jantar para seu pai, mas o que ele deseja mesmo poder fazer é um presente que ninguém poderia comprar.

– Eu gostaria — digita Rick — de um dia poder empurrar meu pai na cadeira pelo menos uma vez.

 

O texto original foi publicado em inglês na Sports Illustrated e é de autoria de Rick Reilly.

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Morph Thing

Publicado por Illusion em Outubro 6, 2007

Um site que mistura 2 rostos diferentes para formar uma nova cara!

Isto é divertido, grátis e não precisa fazer download!

Morp Thing

Veja umas combinações!


Morph 2

Morph 1

E o mais interessante!

Saddam Hussein & Yoda

Morph lula

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Solte a Panela!

Publicado por Illusion em Setembro 25, 2007

Um grande urso, vagando pela floresta, percebeu que um acampamento estava vazio, foi até a fogueira, ardendo em brasas, e dela tirou um panelão de comida. Quando a tina já estava fora da fogueira, o urso a abraçou com toda a sua força e enfiou a cabeça dentro dela, devorando tudo.

Enquanto abraçava a panela, começou a perceber algo lhe atingindo. Na verdade, era o calor da tina. . . . Ele estava sendo queimado nas pas patas, no peito e por onde mais a panela encostava.

O urso nunca havia experimentado aquela sensação e, então, interpretou as queimaduras pelo seu corpo como uma coisa que queria lhe tirar a comida.

Começou a urrar muito alto. E, quanto mais alto rugia, mais apertava a panela quente contra seu imenso corpo. Quanto mais a tina quente lhe queimava, mais ele apertava contra seu corpo e mais alto ainda rugia.

Quando os caçadores chegaram ao acampamento, encontraram o urso recostado a uma arvore próxima à fogueira, segurando a tina de comida.

O urso tinha tantas queimaduras que o fizeram grudar na panela e, seu imenso corpo, mesmo morto, ainda mantinha a expressão de estar rugindo.

Quando terminei de ouvir essa historia de um mestre percebi que, em nossa vida, por muitas vezes abraçamos certas coisas que julgamos ser importantes.

Algumas delas nos fazem gemer de dor, nos queimam por fora e por dentro e, mesmo assim, ainda julgamos importantes.

Temos medo de abandoná-las e esse medo nos coloca numa situação de sofrimento, de desespero. Apertamos essas coisas contra nossos corações e terminamos derrotados por algo que tanto protegemos, acreditamos e defendemos.

Para que tudo dê certo em sua vida é necessário reconhece, em certos momentos, que nem sempre o que parece salvação vai lhe dar condições de prosseguir. Tenha a coragem e a visão que o urso não teve.

Tire de seu caminho tudo aquilo que faz seu coração arder. . .

Solte a panela!

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Test3

Publicado por Illusion em Setembro 21, 2007

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Foto 1

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Test 1-b

Publicado por Illusion em Setembro 21, 2007

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Foto2

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Olá mundo!

Publicado por Illusion em Setembro 21, 2007

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