O aclamado diretor Tim Burton traz seu estilo extremamente criativo ao clássico de Roald Dahl A Fantástica Fábrica de Chocolate, sobre o excêntrico proprietário de uma fábrica de chocolate Willy Wonka (JOHNNY DEPP) e Charlie (FREDDIE HIGHMORE), um menino pobre e de bom coração. Há muito tempo afastado de sua família, Wonka promove um concurso internacional para escolher um herdeiro para seu império de doces. Cinco crianças de sorte, entre elas Charlie, econtram os bilhetes dourados em barras de chocolate Wonka e ganham uma visita guiada à lendária fábrica que ninguém nunca visitou em 15 anos. Maravilhado em tudo o que vê, Charlie fica fascinado pelo mundo fantástico de Wonka nesta história extraordinária.
Decidido a se vingar do Reino de Ismir, o mago Damodar rouba o poderoso Orbe Negro adquirindo forças para acordar e controlar o maligno e onipotente Dragão Negro. Para impedir seus planos e salvar o Reino de Ismir de sua fatal destruição é enviado Berek, um honrado guerreiro que conta com a ajuda de quatro aventureiros representantes de diferentes virtudes – Inteligência, Sabedoria, Honra e Força. Juntos contra o crescente exército de criaturas de Damodar eles partem numa missão a fim de recuperar o Orbe e impedir que Damodar destrua o reino acordando o destemido Dragão.
Uma aliança de malfeitores liderada por Frieda (Sigourney Weaver) pretende dominar o mundo dos contos de fadas. Mas quando Cinderela, ou apenas Ela (Sarah Michelle Gellar), percebe que sua madrasta está prestes a arruinar sua participação nas histórias encantadas, ela torna-se a líder do grupo de rebeldes que tenta impedir os planos de Frieda e seus companheiros malvados.
Tudo o que ele queria era desaparecer. Em vez disso, Jason Bourne é agora perseguido por aqueles que fizeram dele o que ele é. Tendo perdido sua memória e a única pessoa que amava, nem uma rajada de balas, nem uma nova geração de matadores altamente treinados conseguem detê-lo. Bourne tem somente um objetivo: voltar para o início e descobrir quem ele era. Neste último capítulo da série de espionagem, Bourne irá investigar seu próprio passado para poder encontrar o futuro. Ele viajará de Moscou, Paris e Londres para Tanger e para a Cidade de Nova York, enquanto continua sua busca pelo verdadeiro Jason Bourne — e tenta o tempo todo superar as manobras de dezenas de policiais, agentes federais e agentes da Interpol que o têm em sua mira.
A história é baseada em fatos verídicos e focada principalmente no Sargento John McLoughlin e no oficial Will Jimeno, que ficaram presos por toneladas de concreto quando as torres do World Trade Center desmoronaram em Nova York. Eles entraram na torre para ajudar na evacuação. Em minutos eles passaram de heróis a vítimas. A narrativa se concentra no inferno em que eles se encontraram. Completamente sem movimentos, precisaram se manter acordados e sãos numa tentativa desesperada por sobrevivência. Mas o filme não fica preso lá embaixo junto com os dois. Paralelo ao sofrimento dos policiais, vemos a angústia das suas esposas e das equipes de salvamento.
Documentário falso no qual Borat Sagdiyev (Sacha Baron Cohen), um jornalista do Cazaquistão, faz uma viagem de intercâmbio cultural aos Estados Unidos & América, onde ele espera aprender lições valiosas para aplicar em sua gloriosa nação.
Oitenta e cinco vezes Dick Hoyt empurrou seu filho deficiente, Rick, por 42 quilômetros em maratonas. Oitenta vezes ele não só empurrou seu filho os 42 quilômetros em uma cadeira de rodas, mas também o rebocou por 4 quilômetros em um barquinho enquanto nadava e pedalou 180 quilômetros com ele sentado em um banco no guidão da bicicleta — tudo isso em um mesmo dia.Dick também o levou em corridas de esqui, escalou montanhas com ele às costas e chegou a atravessar os Estados Unidos rebocando-o com uma bicicleta. E o que Rick fez por seu pai? Não muito — exceto salvar sua vida.Esta história de amor começou em Winchester, nos EUA, há 43 anos quando Rick foi estrangulado pelo cordão umbilical durante o parto, ficando com uma lesão cerebral e incapacitado de controlar os membros do corpo.
– Ele irá vegetar pelo resto da vida — disse o médico para Dick e sua esposa Judy quando Rick tinha nove meses. — Vocês devem interná-lo em uma instituição.
Mas o casal não acreditou. Eles repararam como os olhos de Rick seguiam os dois pelo quarto. Quando Rick fez 11 anos eles o levaram ao departamento de engenharia da Tufts University e perguntaram se havia algum jeito do garoto se comunicar.
– Jeito nenhum — disseram a Dick — Seu cérebro não tem atividade alguma.
– Conte uma piada para ele — Dick desafiou. Eles contaram e Rick riu. Na verdade tinha muita coisa acontecendo no cérebro de Rick.
Usando um computador adaptado para ele poder controlar o cursor tocando com a cabeça um botão no encosto de sua cadeira, Rick finalmente foi capaz de se comunicar. Primeiras palavras? “Go Bruins!”, o grito da torcida dos times da Universidade da Califórnia.
Depois que um estudante ficou paralítico em um acidente e a escola decidiu organizar uma corrida para levantar fundos para ele, Rick digitou: “Papai, quero participar”.
Isso mesmo. Como poderia Dick, que se considerava a si mesmo um “leitão”, que nunca tinha corrido mais que um quilômetro de cada vez, empurrar seu filho por 8 quilômetros? Mesmo assim ele tentou.
– Daquela vez eu fui o inválido — lembra Dick — Fiquei com dores durante duas semanas.
Aquilo mudou a vida de Rick. Ele digitou em seu computador:
– Papai, quando você corria eu me sentia como se não fosse mais portador de deficiências.
O que Rick disse mudou a vida de Dick. Ele ficou obcecado por dar a Rick essa sensação quantas vezes pudesse. Começou a se dedicar tanto para entrar em forma que ele e Rick estavam prontos para tentar a Maratona de Boston em 1979.
– Impossível! — disse um dos organizadores da corrida.
Pai e filho não eram um só corredor e também não se enquadravam na categoria dos corredores em cadeira de rodas. Durante alguns anos Dick e Rick simplesmente entraram na multidão e correram de qualquer jeito. Finalmente encontraram uma forma de entrar oficialmente na corrida: Em 1983 eles correram tanto em outra maratona que seu tempo permitia qualificá-los para participar da maratona de Boston no ano seguinte.
Depois alguém sugeriu que tentassem um Triatlon. Como poderia alguém que nunca soube nadar e não andava de bicicleta desde os seis anos de idade rebocar seu filho de 50 quilos em um triatlon? Mesmo assim Dick tentou.
Hoje ele já participou de 212 triatlons, inclusive quatro cansativos Ironmans de 15 horas no Havaí. Deve ser demais alguém nos seus 25 anos de idade ser ultrapassado por um velho rebocando um adulto em um barquinho, você não acha? Então por que Dick não competia sozinho?
– De jeito nenhum — ele diz. Dick faz isso apenas pela sensação que Rick pode ter e demonstrar com seu grande sorriso enquanto correm, nadam e pedalam juntos.
Este ano, aos 65 e 43 anos de idade respectivamente, Dick e Rick completaram a 24a. Maratona de Boston na posição 5.083 entre mais de 20 mil participantes. Seu melhor tempo? Duas horas e 40 minutos em 1992, apenas 35 minutos mais que o recorde mundial que, caso você não saiba, foi batido por um homem que não empurrava ninguém numa cadeira de rodas enquanto corria.
– Não há dúvida — digita Dick — Meu pai é o Pai do Século.
E Dick também ganhou algo com isso. Há dois anos ele teve um leve ataque cardíaco durante uma corrida. Os médicos descobriram que uma de suas artérias estava 95% entupida. Os médicos disseram que se ele não tivesse se dedicado para entrar em forma é provável que já teria morrido uns 15 anos antes. De certa forma Dick e Rick salvaram a vida um do outro.
Rick, que hoje tem seu próprio apartamento (ele recebe cuidados médicos) e trabalha em Boston, e Dick, que se aposentou do exército e mora em Holland, Massachussets, sempre acham um jeito de ficarem juntos. Eles fazem palestras em todo o país e participam de alguma cansativa corrida nos finais de semana.
No próximo Dia dos Pais Rick irá pagar um jantar para seu pai, mas o que ele deseja mesmo poder fazer é um presente que ninguém poderia comprar.
– Eu gostaria — digita Rick — de um dia poder empurrar meu pai na cadeira pelo menos uma vez.
O texto original foi publicado em inglês na Sports Illustrated e é de autoria de Rick Reilly.